Para quem tem pouco osso em cima e ouviu um "não"
Implante zigomático em Londrina
Ouviu que não tem osso para implante no maxilar superior? O implante zigomático é uma alternativa para casos específicos. Entenda quando é indicado e como é planejado.
- Nota 4,8 no Google, com 150 avaliações da Zona Norte (outubro de 2026)
- Avaliação sem custo, com exame clínico e tomografia
Em resumoO implante zigomático é um implante longo ancorado no osso zigomático, o osso da maçã do rosto, em vez de depender só do osso do maxilar superior. É indicado em casos de maxila atrófica, quando há pouco osso, e depende de avaliação com tomografia e de uma cirurgia mais complexa, feita em ambiente adequado.
Você foi a um dentista, fez os exames e ouviu a frase que muita gente conhece: "você não tem osso para implante". Depois disso, restou a dentadura que solta, a dificuldade de mastigar e a sensação de que não há mais o que fazer.
Em muitos casos, essa frase não precisa ser o fim da conversa. Quando o osso do maxilar superior diminuiu muito, existem caminhos além do implante comum, e o implante zigomático é um deles. Aqui explicamos o que é, quando faz sentido e quais outras opções existem.
O que é o implante zigomático?
É um implante de titânio mais longo que o convencional. Em vez de ficar preso apenas no osso do maxilar superior, ele se ancora no osso zigomático, que é o osso da maçã do rosto, mais denso e firme. O princípio é o dos outros implantes: o osso se une ao titânio (osseointegração).
Sobre esses implantes, é instalada uma prótese fixa. Na prática, ele costuma fazer parte de um plano de prótese protocolo no maxilar superior, às vezes combinado com implantes convencionais nas regiões da frente, onde ainda há osso.
Por que falta osso no maxilar superior?
Quando os dentes são perdidos, o osso que os sustentava vai diminuindo com o tempo, porque deixa de receber a força da mastigação. Isso se agrava com o uso prolongado de dentadura e com a doença da gengiva.
No maxilar superior há ainda uma particularidade: logo acima fica o seio maxilar, uma cavidade de ar. Com a perda do osso, o seio pode ocupar o espaço, e sobra pouca altura para um implante comum. É a chamada maxila atrófica.
Para quem o implante zigomático é indicado?
Ele costuma ser considerado quando:
- o maxilar superior tem pouco osso, e o implante comum não teria onde se fixar;
- a pessoa ouviu que precisaria de enxertos grandes e quer avaliar outro caminho;
- a saúde geral permite uma cirurgia de maior porte.
A indicação não é automática. Depende da forma do seu osso, do tamanho do seio, da sua saúde e de uma conversa franca sobre expectativas. Se a sua dúvida for mais ampla, leia sobre implante com pouco osso e enxerto.
Quando o implante zigomático não é a primeira escolha
O dentista avalia com cuidado quando:
- o osso é suficiente para implantes convencionais, que são um caminho mais simples;
- há sinusite crônica ou outra doença do seio, que precisa ser tratada antes;
- há infecção ativa ou doença da gengiva sem controle;
- existe diabetes sem controle, hábito de fumar, osteoporose com remédios para os ossos ou radioterapia na cabeça e no pescoço.
Nada disso é um "não" automático.
Como funciona, passo a passo
- Avaliação com exame clínico e tomografia. O dentista examina a boca, conversa sobre sua saúde e analisa o osso e o seio maxilar pela tomografia.
- Planejamento. O caso é planejado no computador: posição e inclinação dos implantes, caminho até o osso zigomático e tipo de prótese. Quando o caso permite, usa-se a cirurgia guiada.
- Cirurgia. É um procedimento mais complexo que o do implante comum e é feito em ambiente adequado, com anestesia indicada pela equipe para o caso. Pode haver desconforto e inchaço nos primeiros dias, e o dentista orienta os cuidados e a medicação.
- Provisório, quando o caso permite. Se os implantes ficarem estáveis, podem ser instalados dentes provisórios fixos logo depois da cirurgia. Veja a página de carga imediata.
- Cicatrização. O osso se integra aos implantes. Os prazos dependem de cada caso.
- Prótese definitiva. Feita sob medida, com ajustes na mordida e no sorriso.
- Manutenção. Consultas periódicas para limpeza, revisão da prótese e acompanhamento.
Implante zigomático ou enxerto: qual a diferença?
São caminhos distintos para o mesmo problema, a falta de osso. Nenhum é melhor para todo mundo.
Enxerto ósseo
Consiste em recompor o osso que faltou, com osso do próprio paciente ou com material de banco de osso, para depois colocar implantes convencionais. Costuma exigir uma ou mais cirurgias e um período de espera para o osso novo amadurecer.
Levantamento de seio
É um tipo de enxerto específico: eleva-se a membrana do seio maxilar e preenche-se o espaço com material, para ganhar altura de osso. Depende de haver osso de base suficiente e de o seio estar saudável.
Implante zigomático
Em vez de reconstruir o osso, aproveita um osso que já existe e é mais firme, o zigomático. Em alguns casos, isso reduz ou evita enxertos. Em contrapartida, a cirurgia é mais complexa e exige planejamento preciso.
A escolha depende do seu osso, da sua saúde e do que você espera do tratamento.
Por que a tomografia é decisiva?
No implante zigomático, o planejamento é tudo. A tomografia mostra a altura e a espessura do osso, o tamanho e a saúde do seio maxilar e o caminho que o implante vai percorrer até o osso zigomático. Para entender o exame, leia sobre a tomografia para implante dentário.
O que define o valor do implante zigomático?
Não há um valor único, porque cada caso muda o plano. Entram na conta, em geral:
- a quantidade de implantes, zigomáticos e convencionais;
- a necessidade de enxerto ou de tratamento do seio antes;
- o ambiente em que a cirurgia é realizada;
- o tipo de prótese, provisória e definitiva;
- os exames, como a tomografia.
O plano e o valor são apresentados na avaliação, antes de qualquer decisão. A avaliação não tem custo, inclui exame clínico e tomografia e dura de 30 minutos a 1 hora.
Cuidados depois da cirurgia
- Higiene: limpeza diária da prótese e da gengiva, com os acessórios indicados pelo dentista.
- Consultas de manutenção: retornos periódicos para revisar a prótese e acompanhar o osso e o seio.
- Cigarro: atrapalha a cicatrização e aumenta o risco de inflamação ao redor dos implantes.
- Ranger os dentes: quem range ou aperta os dentes pode precisar de uma placa de proteção.
- Sinais de alerta: sangramento persistente, febre ou inchaço que aumenta: avise o dentista.
Perguntas frequentes
As dúvidas que mais chegam à equipe antes da primeira consulta.
Quem ouviu que não tem osso para implante pode fazer implante zigomático?
Em alguns casos, sim. Ele é uma opção para maxila atrófica, mas só a avaliação com tomografia mostra se serve para você ou se outro caminho é melhor.
O que é o osso zigomático?
É o osso da maçã do rosto. Por ser denso e firme, ele pode servir de ancoragem para implantes longos quando o osso do maxilar superior é insuficiente.
O implante zigomático substitui o enxerto?
Em alguns casos, reduz ou evita enxertos. Em outros, o enxerto ou o levantamento de seio é o caminho mais indicado.
A cirurgia é mais complexa que a do implante comum?
Sim. É um procedimento de maior porte, feito em ambiente adequado e com planejamento detalhado por tomografia. Pode haver desconforto e inchaço nos primeiros dias, e o dentista orienta os cuidados e a medicação.
Dá para ter dentes fixos logo depois da cirurgia?
Quando o caso permite e os implantes ficam estáveis, é possível instalar dentes provisórios fixos logo depois da cirurgia. Os prazos dependem de cada caso.
Quantos implantes zigomáticos são necessários?
Varia. Muitas vezes se combinam com implantes convencionais, conforme o osso e o planejamento definidos pela tomografia.
Quem fuma ou tem diabetes pode fazer?
O dentista avalia caso a caso. Diabetes controlado e redução do cigarro fazem diferença na cicatrização e no resultado do tratamento.
Preciso fazer manutenção depois?
Sim. As consultas periódicas fazem parte do tratamento: o dentista limpa a prótese, revisa as peças e acompanha o osso e a gengiva.
Onde fazer implante zigomático em Londrina?
Na Alfa Odontologia Especializada, que tem duas unidades em Londrina: na Zona Norte, na Rua Frederico Ozanan, 22, e no Centro, na Rua Quintino Bocaiúva, 146. A avaliação não tem custo e inclui exame clínico e tomografia.
O que dizem no Google
150 avaliações no Perfil da Alfa Odontologia Zona Norte, a matriz da Alfa.
Nota e avaliações do Perfil da Alfa Odontologia Zona Norte no Google, coletadas em 21 de outubro de 2026.
Ver as avaliações no GoogleEscolha o seu caso
Implante dentário
Um dente, vários ou a arcada toda, com coroa ou prótese fixa sobre implantes.Prótese protocolo
A arcada inteira em dentes fixos sobre implantes, para deixar a dentadura.Carga imediata
Dentes provisórios fixos logo depois da cirurgia, quando o caso permite.Cirurgia guiada e tomografia
O implante planejado no computador, a partir da tomografia.
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Duas unidades em Londrina
O tratamento é feito nas duas unidades da Alfa. Escolha a mais perto de você para a avaliação.
Zona Norte · matriz
Alfa Odontologia Zona Norte
Rua Frederico Ozanan, 22, Sebastião de Melo César
Londrina, PR, 86084-490Centro
Alfa Odontologia Centro
Rua Quintino Bocaiúva, 146, Centro
Londrina, PR, 86020-150WhatsApp (43) 98453-4927
Seu sorriso começa por uma conversa.
A avaliação não tem custo: o dentista examina, faz a tomografia, explica as opções e mostra o plano antes de você decidir.