Quem pode fazer implante dentário?
Veja quem pode fazer implante: idade, diabetes, cigarro, osteoporose, pressão alta, anticoagulante e radioterapia. O dentista avalia cada caso.
Em resumoNa maioria dos casos, quem tem boa saúde geral e osso suficiente pode fazer implante. Não existe idade máxima, e condições como diabetes e pressão alta, quando controladas, costumam permitir o tratamento. O dentista avalia cada caso, às vezes junto com o seu médico.
"Será que eu ainda posso fazer implante?" É uma pergunta comum entre pessoas de 50, 60 ou 70 anos, e entre filhos que querem ajudar os pais a voltar a mastigar bem. Muita gente adia o tratamento por achar que a idade, o diabetes ou algum remédio fechou a porta. Na maioria das vezes, não fechou. Mas cada situação pede uma avaliação, e entender o que o dentista olha ajuda a chegar à consulta mais tranquilo.
Existe idade mínima ou máxima para fazer implante?
Existe uma idade mínima: o implante só deve ser colocado quando o crescimento dos ossos da face termina, o que costuma acontecer no fim da adolescência. O dentista confirma isso caso a caso.
Idade máxima não existe. O que importa é a saúde da pessoa e a quantidade de osso, não o ano de nascimento. Há pessoas com mais de 70 anos em ótima condição para o tratamento e pessoas bem mais novas que precisam de um preparo antes. O dentista olha o conjunto.
Quem tem diabetes pode fazer implante?
Em geral sim, quando o diabetes está controlado. O açúcar elevado no sangue atrapalha a cicatrização e favorece infecções, por isso o controle importa muito. Se os exames mostram bom controle, o tratamento costuma ser possível. Se não, o dentista pode pedir que você procure seu médico antes de seguir. Quem decide o momento certo é o dentista, às vezes junto com o seu médico.
O cigarro impede o implante?
O cigarro não impede, mas atrapalha. Ele reduz a circulação de sangue na gengiva e no osso, deixa a cicatrização mais lenta e aumenta o risco de inflamação ao redor do implante no futuro. O dentista conversa com você sobre esse risco e pode sugerir reduzir ou parar de fumar antes e depois da cirurgia, se isso for possível.
Osteoporose e remédios para os ossos atrapalham?
Osteoporose é a perda de massa dos ossos. Ter osteoporose, por si só, não costuma impedir o implante. A atenção maior vai para alguns remédios usados no tratamento, como os bisfosfonatos, que agem sobre o osso e, em situações específicas, podem influenciar a cicatrização depois de uma cirurgia na boca.
Por isso, avise o dentista sobre todos os remédios que usa. Nunca pare ou troque um remédio por conta própria: essa decisão é sempre do seu médico. O dentista avalia o caso, às vezes junto com o médico que acompanha você, e define se o tratamento pode seguir e como.
Pressão alta e anticoagulante
Quem tem pressão alta controlada geralmente pode fazer implante. Na cirurgia, o dentista cuida para que a pressão esteja estável no dia.
O anticoagulante, usado para deixar o sangue mais "fino", merece atenção porque pode aumentar o sangramento. Em muitos casos a cirurgia é feita com cuidados específicos, e o dentista combina o plano com o seu médico. Mais uma vez: não suspenda o remédio por conta própria.
Radioterapia na cabeça e no pescoço
Quem fez radioterapia na região da cabeça e do pescoço precisa de uma avaliação mais cuidadosa, porque a radiação pode afetar a cicatrização do osso. Isso não significa que o implante seja impossível. Significa que o dentista, junto com a equipe médica, avalia o momento e o risco. Em alguns casos, a decisão é seguir com outra solução.
E quando a gengiva ou o osso não estão em boa condição?
Antes de pensar em implante, o dentista olha a saúde da sua boca. Gengiva inflamada, dentes com cárie ou infecção precisam ser tratados primeiro. E se houver pouco osso, existem caminhos para recuperar volume, como o enxerto. Veja mais no artigo Pouco osso impede o implante?.
Por isso, a resposta curta para "quem pode?" é: a maioria das pessoas, depois de um bom exame. Algumas precisam de um preparo, e poucas precisam de outra solução.
O que acontece na avaliação?
Na avaliação, o dentista examina a sua boca, pergunta sobre a sua saúde e os remédios que você usa, faz a tomografia para ver o osso em detalhe, explica as opções e apresenta o plano e o valor antes de qualquer decisão. Se for preciso falar com o seu médico, ele orienta como fazer isso.
A avaliação na Alfa não tem custo, inclui exame clínico e tomografia e dura de 30 minutos a 1 hora. Leve a lista dos seus remédios e, se tiver, exames recentes. Para conhecer o tratamento, veja a página de implante dentário em Londrina ou marque a sua avaliação.
Perguntas frequentes
Tem idade máxima para colocar implante?
Não. O que conta é a saúde geral e a quantidade de osso, não a idade. O dentista avalia cada caso, às vezes junto com o médico.
Quem tem diabetes pode fazer implante?
Em geral sim, quando o diabetes está controlado. O dentista avalia, às vezes junto com o seu médico, o melhor momento para a cirurgia.
Quem usa remédio para osteoporose pode fazer implante?
Muitas vezes sim, mas o tipo de remédio e o tempo de uso entram na decisão. Avise o dentista e nunca mude ou pare o remédio por conta própria: quem orienta isso é o seu médico.
Fumante pode colocar implante?
Pode ser avaliado, mas o cigarro aumenta o risco de a cicatrização não ser boa e de a gengiva inflamar depois. O dentista conversa com você sobre os cuidados e sobre reduzir ou parar de fumar.
Quem toma anticoagulante pode operar?
Em muitos casos sim, com cuidados específicos. O plano é combinado entre o dentista e o seu médico, e você não deve suspender o remédio sozinho.
A cirurgia do implante é feita com anestesia?
Sim. Em geral, a cirurgia é feita com anestesia local, e a equipe explica antes a anestesia indicada para o seu caso. Pode haver desconforto e inchaço nos primeiros dias, e o dentista orienta os cuidados e a medicação.